Pilotos elogiam as classificativas

 

 

Primeiro dia de treinos com muito sol e os pilotos muito agradados com o estado dos troços


 

 

 

 

Os pilotos presentes na edição deste ano do Vodafone Rally de Portugal, a terceira prova do Campeonato do Mundo FIA de Ralis, completaram o primeiro dia de reconhecimentos das classificativas sob um céu azul, totalmente limpo. Cinco das oito classificativas que compõem a prova constaram deste primeiro dia, ficando três troços para o segundo dia, antes da realização do shakedown.

O facto do percurso ser muito concentrado permite às equipas terminar os treinos em apenas dia e meio. O programa do primeiro dia incluía as provas do primeiro e terceiro dias, ficando para a manhã de quarta-feira os troços da segunda etapa.

Como foi amplamente divulgado, o percurso deste ano é muito semelhante ao de 2010, com duas importantes diferenças: em primeiro lugar, a introdução da super especial de Lisboa constitui uma importante estreia, com três voltas ao traçado desenhado na Praça do Império.

Mas será a introdução da nova classificativa de Santana da Serra, com os seus 31,04 Km, a última dificuldade do rali, a assegurar que tudo se manterá em aberto até ao derradeiro metro. Não só é a prova mais longa da competição como constitui a nova fórmula de “Power Stage”, com três pontos adicionais a serem alcançados pelo piloto mais rápido.

Quer isto dizer que todos os pilotos terão de continuar a atacar até final, na tentativa de conseguirem pontos que se poderão revelar preciosos no final do ano na corrida para o título mundial.

Descrevendo as classificativas, o piloto da equipa Ford Abu Dhabi Rally Team e vencedor do primeiro rali da época, na Suécia, Mikko Hirvonen, disse: “As condições são óptimas. Esperávamos um pouco de chuva para os treinos, mas o tempo tem estado muito bom – as estradas estão excelentes, como nunca!

“Apenas penso que o último troço é um pouco macio de piso. Será uma classificativa muito traiçoeira, pessoalmente teria preferido uma mais curta para atacar e correr riscos. É uma prova demasiado longa para andar a fundo para os três pontos e isso pode acabar por ter maus resultados.

“Representará, sem dúvida, um grande desafio para os pilotos. Na verdade, nos treinos ainda havia algumas zonas húmidas depois das recentes chuvadas, pelo que não teremos de poupar os pneus na primeira parte – será toda a fundo!”

Sebastien Loeb, piloto da Citroën Total World Rally Team e campeão do Mundo em título, vencedor no México,  também prevê um final de prova complicado: “O Power Stage é muito mais longo do que o habitual, para além de ser muito técnico e, como consequência, bastante difícil. Mas as restantes classificativas estão exactamente como poderíamos esperar em Portugal, técnicas, espectaculares e muito, muito boas.”


 

 

 

 


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