Ricardo Teodósio venceu ‘Open’ > com espetáculo à ‘WRC’!

Quem viu ao vivo a prestação de Ricardo Teodósio na prova de hoje dos homens do Open de Ralis não pode ter deixado de pensar: “Que bem que ficaria este piloto entre os homens que disputam o PWRC”.

O piloto algarvio foi igual a si próprio, e para além de vencer os três troços que compuseram a ‘sua’ prova, deu espectáculo como só ele sabe. Quem se recorda do que fez o ano passado no Rali de Loulé, curiosamente num dos locais onde passaram hoje os homens do WRC (ver aqui: http://www.youtube.com/watch?v=4rdng-H6O50 ) e hoje o viu andar, testemunhou a mesma classe. No gancho do Monte Branco do Vascão, uma das zonas onde o vimos hoje passar, foi igual a si próprio, com uma agressividade que só se viu entre alguns homens do WRC.

Bom entretenimento

Esta prova que decorreu em paralelo com a prova do Campeonato do Mundo de Ralis, 30 concorrentes alinharam no Vodafone Rally de Portugal inseridos numa competição extra-campeonato denominada Open, em viaturas VSH. Almodôvar, Vascão e Loulé foram as especiais percorridas na tarde de sábado, num total de 70,04 quilómetros cronometrados.

Ricardo Teodósio dominou por completo esta prova, sendo o mais rápido nas três classificativas, não dando hipóteses à concorrência. O piloto algarvio, aos comandos de um Mitsubishi Evo IV, começou por ganhar logo no primeiro troço 42,2 segundos ao adversário mais próximo, aumentando logo de seguida a vantagem para cerca de um minuto.

A terminar, Ricardo Teodósio quis fechar em grande e voltou a imprimir um ritmo muito forte acrescentando 51,1 segundos à sua vantagem, que no final ficou em 1m55,1s: “O carro foi montado à última hora e o turbo apenas fazia 1,2 de pressão, quando devia fazer 2,1. Tive que ter muito cuidado, pois não queria estragar nada, pois já tenho uma prova no próximo fim de semana”, disse Ricardo Teodósio no final.

José Merceano, também em Mitsubishi Evo IV, foi aquele que assumiu as despesas de perseguição ao líder, mas cedo percebeu que a tarefa era impossível. De qualquer forma, foi sempre segundo e não foi importunado na discussão do lugar intermédio do pódio onde terminou: “Foi um pouco duro, mas conseguimos chegar ao final que era o nosso objectivo, apesar do carro falhar um pouco nas zonas mais rápidas”.

António Nunes começou por ocupar a terceira posição nas duas primeiras especiais, mas na derradeira classificativa ficou pelo caminho, depois de problemas de turbo. Aproveitando o facto, Carlos Valentim ascendeu ao derradeiro lugar do pódio, ele que ainda não tinha o carro a seu gosto e esteve com um novo navegador. Ainda dentro dos cinco primeiros ficaram Pedro Carmo, que subiu uma posição após os problemas de Pedro Leone, logo seguido por Aníbal Rolo, que terminou a prova com a roda traseira esquerda solta.

(AS)

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