Rally de Portugal > Polícias reclamam pagamentos

Os problemas entre as polícias e os organizadores de ralis não são uma novidade. Esta semana a Associação dos Profissionais da Guarda (APG/GNR) exigiu o pagamento dos remunerados aos militares da GNR que prestaram serviço na última edição do Rally de Portugal.

 

Em comunicado, a APG refere que desconhece a entidade que requisitou os serviços remunerados à GNR, mas adianta que “infelizmente já começa a ser tradição o atraso do pagamento destes serviços. Há dois anos esperaram cerca de 11 meses, em 2011 cerca de meio ano e, ao que tudo indica, este ano pode não ser excepção já que os meses se vão somando”, sublinha a APG.

A APG chama atenção para o carácter obrigatório deste tipo de serviços e de serem feitos fora do serviço normal diário (horas extraordinárias), além de não estar regulado por qualquer limite máximo de duração. A APG, que reclama a resolução imediata desta situação inaceitável, considera também que os valores pagos não são compensatórios pelo risco e desgaste dos seus profissionais.

Apesar dos alegados atrasos no pagamento do serviço, a importância da GNR na prova não é descurada pelos seus organizadores. “É evidente que o facto da prova se realizar há vários anos no mesmo local e com poucas variações no seu percurso tem facilitado imenso essa tarefa, mas esta interligação com a Guarda Nacional Republicana não deixa de constituir uma das chaves mais importantes para o sucesso da prova em termos de segurança”, dizia um comunicado de imprensa do ACP no passado mês de Fevereiro.

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