WRC Fafe Rally Sprint > Dani Sordo vence e sucede a Petter Solberg…

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Dani Sordo foi o vencedor da segunda edição WRC Fafe Rally Sprint, num evento notavelmente organizado pelo ACP Motorsport, sucedendo a Petter Solberg que ao volante de um Ford Fiesta WRC tinha ganho a primeira edição. Agora a Citroën vingou-se, e perante uma multidão de muitos milhares de espetadores, Sordo afastou primeiro o seu colega e chefe de fila, Mikko Hirvonen (na segunda eliminatória) para se aplicar depois a fundo na Final e registar o melhor tempo nos 6,34 km da classificativa de Fafe Lameirinha.

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O espanhol fez 3m39,2s ( batendo, inclusive por 3s o tempo registado o ano passado por Solberg), depois de tirar partido, nas suas palavras, “de algumas alterações que fizemos no DS3 e que fizeram com que o carro tivesse mais ao meu gosto”. O espanhol acabou também por beneficiar dos resultados negativos operados no Ford Fiesta WRC de Mads Ostberg que confessou que “o carro ficou demasiado baixo e batemos varias vezes no chão, o que limitou um pouco a nossa prestação” e acabou então por condicionar a luta pela vitória que, desde cedo, se percebeu seria dividida entre Sordo e Ostberg.

Com Nasser Al-Attiyah a enfrentar problemas de motor (depois de um toque a temperatura da água começou a subir) no Fiesta WRC e Andreas Mikkelsen a fazer um pião, quando procurava dar aquela que seria a primeira vitória do WRC Fafe Rally Sprint à VW, o terceiro lugar acabou de forma um pouco surpreendente na posse do checo Martin Prokop, cujo Fiesta WRC não evitou um último salto verdadeiramente acrobático (aterrando na berma!).

Com Mikkelsen em terceiro, Robert Kubica foi sempre evoluindo os seus tempos nesta sua primeira experiência em ralis de terra e acabou mesmo por terminar em quarto, no Citroën DS3 RRC.

Precisamente atrás do polaco, classificou-se o melhor português que, desta feita, não foi Ricardo Moura, mas sim Pedro Meireles que soube impor os maiores argumentos competitivos do Skoda Fabia S2000, se bem que também não evitou um salto impressionante com uma aterragem algo violenta para a suspensão do carro checo.

Ainda entre os portugueses, Moura levou o Mitsubishi à segunda posição (a 0,6s de Meireles) e Adruzilo Lopes acabou por se impor na luta que travava desde o início do evento com Miguel Campos por apenas 0,5s.

Está assim terminado o aperitivo para o Vodafone Rally de Portugal 2013, tendo ficado a ideia de que o evento do WRC tem, por direito próprio, lugar no norte, como, ao que tudo indica, poderá acontecer já em 2014…

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